não conto as horas que desperdiço:
são demasiadas.
aniquilo lentamente a vontade de agir,
de fugir ao repetir.
como as folhas que caem no outono,
vou definhando.
ainda esta mesma maldição,
ainda o mesmo pensamento.
escrito a 29.10.2025, Lisboa
poema escrito a 29 de outubro de 2025
não conto as horas que desperdiço:
são demasiadas.
aniquilo lentamente a vontade de agir,
de fugir ao repetir.
como as folhas que caem no outono,
vou definhando.
ainda esta mesma maldição,
ainda o mesmo pensamento.
escrito a 29.10.2025, Lisboa